
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
1973, Grupo 1 em Luanda

quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ainda Le Mans
1971, a mais bela máquina do mundo:
1970, Hélder de Sousa cronometrista
no Team VDS, na box do Lola nº4, de camisa amarela-laranja e boné
1969, luta pela vitória:
1966, nostalgia:
domingo, 12 de dezembro de 2010
Da Écurie Palanca Negra


quinta-feira, 9 de setembro de 2010
6 Horas de Nova Lisboa 1972
Foi a última vez que houve participação de pilotos estrangeiros de nível mundial em Angola.
O filme mostra o resto:
Peço desculpa pela qualidade do som, mas canção sobre carros daquele tempo, só podia ser esta. Não houve volta a dar quanto a registos melhores por direitos editoriais pelo que à 5ª tentativa tive de recorrer a um registo e ao equipamento daquele tempo...
Obrigado a Manuel Joaquim Sá pelos filmes, que podem ser visto em separado nos links: A, B, C.
Hélder, por ser neste dia, esta é obviamente uma prenda para ti. Um grande abraço e ... Parabéns!
terça-feira, 20 de julho de 2010
da inauguração do Autódromo de Luanda
O primeiro filme, é relativo à primeiríssima corrida, com honras de abertura pelo governador, como se pode ver. E não foi o desfile inaugural com as muitas dezenas de carros. Esta era mesmo a corrida inaugural. Quem ganhou? Foi o dono deste blog ao volante de um Capri de Waldemar Teixeira.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Das Festas do Mar de 1973 Moçâmedes - Namibe
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
COINCIDÊNCIAS E … SAUDADES!
Sumbe, já teve corridas empolgantes como em 1973, com estupendas máquinas de competição. Da reportagem da revista Equipa da época, está disponivel um resumo da prova principal neste artigo do SportsCar.
As corridas de Grupo 1 não eram menos interessantes, pois tinham protagonistas talentosos com máquinas de grande qualidade.
-"Aproveitando o feriado Angolano de 17/09, resolvi arrumar o meu “baú das velharias”. Por coincidência também, tinha comprado e lido na noite anterior o ultimo número (3) da nova revista de Auto, Moto e Náutica - “EKUIPA”. Por coincidência descobri no “baú”, três revistas “EQUIPA” do passado, das quais a número 31 de 01 de Outubro de 1973, me chamou a atenção pelo artigo da página 73 (outra coincidência). Por coincidência esse artigo escrito pelo Hélder de Sousa dizia respeito ao Circuito de Novo Redondo (actual Sumbe) de 1973. Por coincidência no próximo fim-de-semana realiza-se uma prova no Sumbe a contar para o Troféu Mundial Seguros (Turismos), TGS, Motorizadas e Motos. Por coincidência o Hélder de Sousa, num ano em que “aumentou a cilindrada do seu motor para 7.0 cc”, regressa ao Sumbe 36 anos depois, para comentar estas corridas a convite da “TV ZIMBO”. Parecendo-me bastante actual o que o nosso amigo Hélder de Sousa escreveu no passado, atrevo-me agora a transcrever (parte) do referido texto para todos vocês:
"AO VOLANTE"
"Novo Redondo ganhou fama de ser um circuito “de muita condução”, onde as “mãos” do piloto prevalecem sobre a potência dos automóveis. Não é mais que meia verdade. E a corroborar esta opiniao recordo o exemplo de “Larama”, reconhecidamente considerado um piloto que tem “boas mãos” e que nada pode fazer para contrariar os “cavalos” do Camaro de “Pequepê”, cujas mãos, também não são para desdenhar.
Donde se poderá concluir, quiçá um tanto ligeiramente, que “contra cavalos, não há mãos que cheguem”.
De facto, todos esperávamos a “montanha russa” de Novo Redondo para ficarmos assentes quanto à superioridade do Camaro. Pessoalmente, ainda me restava a dúvida. O circuito é curto, razoavelmente sinuoso, exigente no que diz respeito a travões e, talvez se desse o “milagre”. Mas, logo que vi “Pequepe” sair da 2ª fila e curvar já a frente, percorridos uns 400 metros, fiquei identificado e esclarecido – o Camaro não tem oposição ao seu nível e “Pequepê”, que não “tira” mais do que precisa do “monstro”, corre com “cabeça” usando uma táctica eficaz. À partida, desembaraça-se dos adversários mais directos, imprime andamento vivo para se colocar fora do seu alcance (a sua volta mais rápida foi a 8ª), e controla os outros a distancia, mantendo-se longe de qualquer ataque directo, ganhando folgado.
Um dos pontos mais interessantes para observar carros e seus pilotos em acção, é o 'S' depois da bomba de gasolina. Aí, além do trabalho das suspensões, é sobretudo o estilo dos pilotos que chama a atenção dos espectadores.
Uns aproximam-se lentamente, reduzem a velocidade, deixam o carro patinar e, à saída, quase estão parados.
Outros pelo contrário, chegam bastante depressa, colocam o carro com energia, aceleram para dar aderência e saem sem perda de tempo. … "
Hélder de Sousa – Revista Equipa n. 31 de 01/10/1973
Seguem-se no texto outros comentários, mas penso que o essencial está transcrito.
Penso por isso, que será com alguma SAUDADE, que passados todos estes anos, o Hélder de Sousa regressará ao Sumbe no próximo dia 26/09 para assistir e comentar o “GP do Kuanza – Sul”.
Aguardemos pelos seus comentários às referidas provas. "
Joao Coimbra
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
70
Um número, coisa nada mais irrelevante ou insignificante do que isso.
Mesmo assim, um número redondo na escala decimal.
Números são números, quantificam quantidades, coisas...
Que idade tens? Que importa, quando se gosta de brincar e de rir entre amigos com brinquedos vertiginosamente rolantes?
Que idade tens?
10, claro!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Huambo 1974 e 1973
Neste fim de semana, 35 anos depois das últimas "6 horas", o Huambo volta a ter corridas.
Eis uma amostra da edição de 1973:
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Huila 1974
como será 35 anos depois?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Estórias sobre Henrique Cardão
A equipa O-pel-&-Osso Nas 6h de 1973:

Cardão sentado no lado de fora. Hélder sentado no lado de dentro.
Originalmente escrito por Hélder:
- "Essa foto do Cardão sentado no capot do Manta foi a maneira mais expressiva que ele encontrou para assinalar um brilhante 5º lugar na Geral e 1º dos não grupo 6. Foi uma corrida épica para nós, o Cardão teve um problema no turno dele e veio à box mais cedo, mas, no fim,"tudo está bem quando acaba bem".
O Henrique Guerra Cardão foi uma das figuras mais notáveis do nosso automobilismo desportivo e um dos melhores reporteres de rádio que tivémos nos tempos do programa Luanda 63 até 74, n Rádio Eclésia.
Tenho tantas histórias de e com o Cardão que o espaço aqui não chegaria... simplesmente porque ele e eu sempre estivémosligados desde os tempos do Liceu Salvador Correia onde andámos juntos desde o 1º ano e com números seguidos - se eu era o 15 ele era o 16. Começou a trabalhar muito cedo, na Casa Americana, teria aí uns 15/16 anos, depois do falecimento do pai dele.
Desde muito cedo ele começou a participar em provas, muitas delas comigo como co-piloto.
Como piloto, Cardão tinha uma coisa muito boa...era consistente e não estragava os carros, por isso o escolhi como meu companheiro naquelas gloriosas 6 horas de Nova Lisboa de 73.
Mais tarde, na Europa, voltámos a andar juntos nos Grandes Prémios, ele para rádios brasileiras, eu para a RTP e Autosport.
Cardão deve ser actualmente um dos mais jubilados jornalistas da F1 que continua a frequentar, a partir do seu quartel-general em Bruxelas.
Cardão é meu irmão. "
Benguela 1973. Recorte da revista Notícia :




