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domingo, 25 de abril de 2010

das 6 horas de 1970


De Manuel Joaquim Sá, chegou-me um pequeno filme que completo com algumas imagens e informação:




A prova mais importante do calendário do automobilismo angolano a partir de 1969, foram as 6 horas de Nova Lisboa / Huambo organizadas pelo Sporting Clube do Huambo. Nesta corrida de 1970, houve a intervenção indirecta das marcas BMW e Alfa Romeo respectivamente com Schnitzer e Batistini. A Alfa Romeo dominou completamente a prova com 5 carros nos 5 1os lugares e a BMW, apesar de ter lutado pelos lugares do pódio, acabou apenas com um suado 8º lugar por Nicha Cabral e Carlos Santos, evitando terminar sem qualquer classificação.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Onde estão os Maserati do ATCA?

Estava na noite de quarta-feira a rever o vídeo de Mark Knopfler entrevistado por Alain de Cadenet sobre o que o faz correr com o seu Maserati 300S



e lembrei-me dos Maserati do ATCA que alimentaram os sonhos da minha adolescência.
Que seria feito deles?
O primeiro ficou com o motor partido e foi comprado por Manuel Conde, que lhe instalou um Ford V8, sem grande sucesso. Depois disso, nunca mais soube dele.
O segundo, o desta fotografia, tirada em 1960 no IV Grande Prémio de Angola com Álvaro Lopes ao volante e no qual, no ano seguinte, o piloto teve um acidente grave, teve também problemas de motor: uma cambota partida, que foi soldada nas oficinas da DTA, mas que nunca mais lhe permitiu correr.
Encontrei-o abandonado numa oficina de motorizadas, salvo erro no Prenda, em 1974: duas rodas no chão, duas rodas na parede, coberto por uma chusma de restos de motorizadas. O dono da oficina achou estranho que eu e um amigo soubessemos tanto sobre e nos interessassemos por "aquela sucata" - que ainda estava pintado de vermelho, com as bolas brancas para os números, rodas de raios e os pneus ainda com ar.
Para aí um mês mais tarde, o Maserati reapareceu no stand do João Alves na Marginal. Estava pintado de amarelo, com uma risca preta fosca, e os raios das rodas também pintados de preto. O João Alves pedia 120 contos pelo carro...
Dias depois, desapareceu. Disseram-nos que tinha sido "levado por um maluco para a África do Sul."
Onde andariam esses carros hoje?
Procurei nos registos Maserati e... não encontrei. Mas inscrevi-me numa Maserati mailing list, disse o que procurava e, hoje de manhã, tinha os resultados.
Foi esta a resposta de Walter Bäumer: 2 cars were sold to Angola: #3057 is now in the US and #3082 is owned since many years by Burkhard v. Schenk from London/UK. ;y book about the 300S`s is coming out later this year!
Delfaille disse-me para ver os sites de Benoite Musy e Enrico.
No de Benoit (http://www.orbisenterprises.com/Maserati-1/Maserati-2/maserati-2.html) está esta fotografia: E a história: In 1955, Benoît Musy the Swiss race car driver, purchased a new Maserati 300S (chassis No. 3057) from the Maserati factory in Modena. With this car he won several international races in Europe. In 1956, he beat the Oulton Park sports car lap record during the "British Empire Trophy Race." When Musy lost his life at Montlhéry-France, on the 7 of October 1956, he was driving a new Maserati 200S (two liters). Unfortunately the steering mechanism of that car had failed and caused the tragic accident.
On that fateful day Musy's 300S Maserati (No. 3057) was at the factory in Modena. In 1958 his wife, Consuelo Heusch Musy, sold the race car to the Angola Racing team. The car was raced for several seasons with some mechanical modification, and subsequently it was left unattended for almost three decades in a garage in Africa. Fortunately, a car enthusiast, Mr. S. Johnsen, rescued the car and had it shipped to Norway until it was sold in 1991 to an English gentleman. Following its relocation in the UK, the 300S underwent a complete restoration process at the Church Green Engineering works. In 1994 after two years of painstaking craftsmanship the car emerged completely rejuvenated to its former glory status.
Even though Benoît Musy is no longer here to see his former race car, his memory continues to live thanks to the hard work of the restoration team and present owner of the 300S. In 2001 the Maserati 300S competed in the Nürburgring Old-Timer Grand-Prix.
Por esta história, este é o de Manuel Conde: RDH - 55 : Benoit Musy, CH - 56 : Oulton Park, British Empire Trophy, Musy, 1st - 08/56 : Swedish GP Kristianstad, Musy - 10/56 : Musy died at Coupe of Salon Monthlery race, driving a 200 S. Musy's family kept 3057 until 1958 - 58 : Angolan Racing Team, they ran 3057 for several years until the engine was wrecked, they installed a Ford V8 in it, transaxle broke - Johnsen, Norway, discovered it and imported it to Norway - 91 : an English owner - 92/94 : the car is under restoration at Green, Dorset . New engine, body and gearbox, per Eyears . It has a new Embry engine - driven by Stretton at the Nuerburgring - offered by Paradise Garage - engine from this car is in 3069 - 07/98 : driven at Coy's Silverstone Historics - 10/98 : Walduck for $600k - 99 : MM, Walduck/McSwan
Na de Enrico (http://www.maseratighibli.co.uk/)... há tudo quanto seja Maserati.
Era demasiada informação... procurei por #3082, e aqui está ele...

Viva a Internet!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Este é o de Burkhard von Schenk, o que está em Inglaterra. A história: RDH, 2nd to last - 60's : raced by Angola racing team - Viljoen, New Mucklencvk, Pretoria, SA still in 1975 - Back - Harley - 85 : Von Schenk, G for about £200k - 88/91 : MM, Von Schenk. Este era o que estava debaixo das motorizadas...

terça-feira, 19 de junho de 2007

Austin-Healey

Tinha eu 14 anos quanto o piloto do meu bairro, Flávio Santos, trocou o Fiat 1100 TV azul com aplicações de cromados nos guarda-lamas a fingir de saídas de ar por um novíssimo Austin-Healey 100 Six. Desde que o vi correr com ele no Circuito da Fortaleza, decidi que um dia o havia de comprar.

Fast-forward, tinha acabado de chegar de Cabinda, e lá estava ele, parado ao lado da messe de oficiais do GAC1: pneus em baixo e quase um metro de folhas e lixo em cima. Comprei-o por 10 contos.

Recuperei-o o melhor que pude, tirei todo o gozo de o guiar até ao último dia em que estive em Luanda. Desapareceu da minha vida, não do meu coração. Nunca nenhum carro me deu tantas alegrias como aquele.

Os Austin-Healeys acabaram em 1970 e só os vemos nos clássicos. Ou víamos... porque eles vão voltar!!!

Austin and Healey, together again

Nanjing Automobile Corporation, which acquired the assets of MG Rover in 2005 and recently began production of the MG TF roadster at the Longbridge plant in Birmingham, England, this week announced that it has made a deal that will result in the revival of the Healey and Austin-Healey marques.

Nanjing, which owns the rights to Austin, has formed a partnership with HFI, which last year bought Healey Automobile Consultants, founded by Donald Healey in 1946. HFI had attracted much attention when it announced plans for modern-day versions of the Austin-Healey 3000 and Austin-Healey Sprite.

In a statement, Nanjing said that the deal with HFI resolves questions about the ownership of the brands and associated trademarks, and makes possible a joint venture by the companies. The Healey name last appeared on the Jensen Healey, which was produced from 1972-1976. Production of Austin-Healeys ended in 1970.

Nanjing last year said that it was considering introducing a line of sedans under the Austin name, which was one of the assets it acquired when it bought MG Rover.

Se se quiser inscrever para um da série limitada de 203 exemplares, basta fazer um depósito de mil libras.

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