Inauguração do Autódromo Internacional de Benguela.
Foi há 50 anos!
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sábado, 21 de maio de 2022
sábado, 15 de julho de 2017
Lotus type 47 Europa, 50 years
Lotus type 47 GT Europa Racing, 1967, Toronto Sportsman Show.
Numerados do 01 ao 85, apenas perto de 60 destes Europas de competição da classe os 1600cc (alguns 2000cc) foram feitos. Portugal recebeu 5, novos, em 1967. Angola recebeu o Nº84, o penúltimo de todos em 1968, encomendado por Emílio Marta. Também em 1968, 2 dos portugueses foram para Angola. Este carro de corridas, tinha uma facilidade enorme para arder. Como eram de "plástico", ficavam transformados em carvão. De todos estes 6, arderam completamente 2 em Portugal. Dos restantes 4, sobreviveu inteiro apenas 1 em Portugal. É um ex-Team Palma que tinha corrido até 1972 com Luís Fernandes, Ernesto Neves, entre outros. Os 3 que estavam em Angola, não ficaram inteiros. Do ex-Team Palma, que tinha corrido com Manuel Nogueira Pinto, com Jorge Fausto Figueiredo e com Valdemar Silva, consta que está agora totalmente recuperado, após ter saído de Angola com muitos danos. Os restantes dois, tinham sido de Carlos Santos e de Emílio Marta. Ambos terminaram as suas carreiras, parcialmente queimados, nas mãos de Herculano Areias. Todos estes Type 47 angolanos, moram presentemente muito longe dos locais onde correram. | Numbered from 01 to 85, only about 55 to 60 of these class 1600cc (some 2000cc) competition Europa's were made. Portugal received 5 brand new of these very rare sports cars in 1967. In 1968 Angola (Africa) received the second last of all (47-GT-84) bought by Emílio Marta. Also in 1968, Angola received 2 of the Portuguese Type 47. This racing car had this incredible tendency to burn. Once they were made of plastic, they easily turned into a pile of ashes. That was the fatality waiting for 2 of them very early in Portugal. Only one of these 6 Portuguese and Angolan Type 47 survived entire its competition career. Precisely the only one left in Portugal, driven by Luís Fernandes and Ernesto Neves and others until 1972. About the 3 left in Angola, 2 of them burned partially after accidents with Herculano Areias at the wheel, including the 47-GT-84. The other one did not survive completely. However, it seems that all 3 are restored by now, as the only Portuguese one... |
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domingo, 13 de dezembro de 2015
As últimas corridas das Festas do Mar antes da Independência
Para entendermos o que se passou em 1975, temos de recuar um pouco no tempo e recordar que essa era uma época conturbada a nível mundial. Havia a crise do petróleo gerada pela OPEP desde 1973, e a consequente falta de combustível. Mais importante, a 25 de de Abril de 1974, um significativo grupo de oficiais das Forças Armadas Portuguesas, levou a cabo a revolução que terminou com o regime ditatorial fascista e, principalmente, que terminou com a Guerra Colonial.
Todas as forças políticas até então proibidas, foram permitidas e os movimentos que lutaram pela independência de Angola, instalaram-se nas cidades. Mas, no auge da Guerra Fria, em apenas dois meses esses movimentos ficaram fortemente armados e iniciaram confrontos bélicos entre si, o que levou à debandada das populações para qualquer sítio que fosse mais seguro.
E foi nesse cenário que se realizou praticamente toda a temporada automobilística de 1974.
Em Março de 1975 já havia guerra a sério um pouco por todo o lado. E muitos pilotos tinham saído de Angola e alguns tinham até levado os seus carros.
Observando este panorama, temos de considerar incrível aquela inconsciente paixão que tantos tiveram pelo automobilismo naquelas circunstâncias, iniciando mais uma época, dispostos a percorrer centenas de quilómetros de prova em prova, num lugar em guerra mas que amavam profundamente e onde queriam continuar a viver e a fazer viver.
E é assim que se inicia a temporada de velocidade de 1975. Em Moçâmedes, como habitualmente, nas Festas do Mar.
Para essa temporada, havia sido previamente apresentado o novo Team ETA, desta vez composto apenas por um carro, o Lola T292 Schnitzer de Mabílio de Albuquerque, que contava ainda com Hélder de Sousa para as provas internacionais de resistência:
O Team ETA, na época de 1974, tinha contado com nada menos do que 6 carros: 1 Capri GT de Grupo 1, 3 Lotus Europa da Fórmula TCA, e 2 sport-protótipos March 74. Os March foram alugados apenas para a temporada internacional. Os restantes, deixaram simplesmente de vestir a "farda" ETA/LIS em 1975.
Abaixo, uma imagem que ansiava por ver há décadas. Mostra o T292 dourado como os March LIS da época anterior. Eu lembro-me perfeitamente de ver este carro com esta decoração, em exposição na Autocal, junto à Sé de Luanda. Na altura, Luanda rebentava pelas costuras. Apesar da saída de Angola para locais mais seguros de uma larga percentagem de Luandenses, Luanda albergava uma quantidade muito maior de refugiados de toda a parte do território, a maioria à espera de viagem para fora de Angola. E assim, havia uma multidão como nunca vista nas ruas da baixa. Coladas à montra da Autocal, estavam permanentemente dezenas de pessoas a admirar o Lola dourado.
Na imagem do paddock, ao lado do Lola Nº1, está o Chevron Nº 11 de Waldemar Teixeira, coberto com uma capa azul.
Na fila do outro lado, reconhecem-se as frentes de um BMW 2002, do Lola T212 azul com riscas amarelas de Jorge Pego, do GT40 branco de Emílio Marta e da traseira branca e vermelha do Porsche Carrera 6 de Herculano Areias. Depois, um Capri de Grupo 1, etc.
Na pista, está o Lotus Europa Nº8.
Abaixo, a entrar no paddock, o Ford GT40 Nº4 com Marta e o Chevron B21 Nº11, com Waldemar:
Os primeiros classificados da corrida principal:
1º - Nº1 - Mabílio de Albuquerque - Lola T292 Schnitzer
2º - Nº2 - Jorge Pego - Lola T212 Ford
3º - Nº4 - Emílio Marta - Ford GT40
4º - Nº24 - Manecas Pereira da Silva - Lotus 74 Europa TC
Eis uma imagem da grelha de partida para a prova da Fórmula TCA, cortesia de Tino Pereira:
Essa corrida foi disputada taco-a-taco por Tino Pereira e por Eurico Lopes de Almeida:
E terminaram por esta ordem:
1º - Nº16 - Tino Pereira - De Tomaso Pantera
2º - Nº41 - Eurico Lopes de Almeida - Porsche 911 Carrera RS
3º - Nº24 - Manecas Pereira da Silva - Lotus 74 Europa TC
E ainda houve a prova de Iniciados:
1º - Jorge Maló - Ford Escort Mexico
2º - Policarpo Fernandes - Mitsubishi Colt
3º - Acácio Silva - Ford Capri 3000 GT
Algumas semanas depois ainda se fez a corrida de Malange, mas notava-se ainda mais a falta de alguns dos principais protagonistas.
Depois, foi a despedida com quem pôde participar, na festa da Corrida da Solidariedade no Autódromo de Luanda.
sábado, 13 de junho de 2015
Imagens de Malange 1970
Numa altura em que está tudo voltado para Le Mans, onde a representação portuguesa nunca foi tão boa como agora, e onde se aguarda com enorme expectativa um regresso da Porsche em grande, tropecei, por acaso, em algo muitíssimo distante, que já tinha esquecido de alguma vez poder encontrar: Imagens das corridas de Malange de 1 e 2 de Agosto de 1970.
Esta seria uma corrida renhida com a prata da casa, constituída por bons pilotos locais e simpáticas máquinas de Turismos ainda de anos anteriores, não fosse ter nem mais nem menos do que a apresentação prévia das duas principais equipas para as 6 Horas de Nova Lisboa, a Autocal/BMW com as últimas evoluções da Schnitzer, e a SOCOINA/EMACO/Alfa Romeo (que ainda estava integrada na Ecurie Palanca Negra) com a grande novidade, a estreia absoluta numa equipa de África, do deslumbrante Sport-Protótipo Alfa T33 2500cc, com Batistini à frente da equipa de mecânicos.
Aos treinos cronometrados compareceram poucas equipas. O T33 teve uma avaria na ignição e Peixinho não treinou. Nicha Cabral, com um 2002 Schnitzer ao nível do melhor que existia na Alemanha, pulverizou o recorde do circuito, batendo por 4 segundos o GT40 de Ferreira Pires que fez o 2º tempo. De realçar que era a primeira vez que Pires voltava a competir depois do traumatizante despiste na Huíla no ano anterior, do qual resultou a morte de duas crianças. Xico Barbosa em 2002 Schnitzer fez o 3º tempo a 6 segundos de Nicha. Depois, outra surpresa nos treinos, Bandeira Vieira em Cooper S, fez apenas mais 2 centésimos, ficando à frente do carro vencedor de Cabinda e de Benguela, a Alfa GTA 2000 larga, vermelha, habitual de Peixinho, que com Altino Fraga fez mais um segundo, a 7 do 1º tempo.
Os restantes, ordenaram-se imediatamente a seguir e com tempos muito próximos, dentro daquilo que era habitual. Mas as surpresas deste "pré-preâmbulo" para as 6 Horas, não terminariam por aqui: Bandeira Vieira, no final dos treinos cronometrados foi surpreendido por um cão que se atravessou na pista, fez um tête batendo num candeeiro e teve de usar um Cooper S emprestado para a corrida. Nicha, partiu o motor do seu BM especial nos treinos livres de Domingo e teve de competir com o carro destinado a Xico Barbosa que ficou apeado.
Os Lotus de Benguela não chegaram a tempo, tempo esse que foi mais do que necessário para Marta convencer Ferreira Pires a vender-lhe o GT40, que assim não participou na corrida.
No Sábado houve uma excelente prova de Iniciados, dominada no início por Santos Peras na GTA 2000 branca e verde, até a ignição não colaborar, obrigando-o a desistir. A corrida foi vencida pelo seu mais directo perseguidor, José Bandeira, num diabólico Cooper S. Logo a seguir, Manuel Garcia em 2002 Schnitzer e em 3º, Manuel Amaral em Fulvia HF 1300.
A corrida de Consagrados no Domingo, foi a que se desenrolou dos Alfas para trás, à excepção de Henrique Cardão que em GTA 1600 também lutou com problemas de ignição. Porque à frente, preparava-se um campeonato de outra dimensão, com um outsider doutra constelação, o T33, que com António Peixinho em ritmo de adaptação e rodagem, completou as 75 voltas da corrida, "dando" 3 a Nicha, que num carro que não era o melhor da sua equipa, ainda teve um furo, fazendo a última volta sobre a jante!
O 3º classificado, António Resende na GTA 2000 branca e verde que Peras usou na prova de Iniciados, ficou a 6 voltas do 1º.
Seguiram-se imediatamente Altino Fraga em GTA e Bandeira Vieira em Cooper S. A mais duas voltas, Sousa Santos em Cooper S, a mais outras duas AJOta em Escort GT, depois Amadeu Inácio em TTS, Fernando Coelho em Cortina GT, Gil Morgado em TTS, Cardão em GTA e Emídio Poiares em Cooper S.
Mas vamos às fotos de Nunes Cordeiro, aqui partilhadas directamente deste arquivo digital.
E o passeio de Peixinho no T33.
Na 1ª, a partida da corrida de Iniciados,
no Sábado 1 de Agosto de 1970:
Ainda dos Iniciados, um surpreendente Honda 600:
no Sábado 1 de Agosto de 1970:
Ainda dos Iniciados, um surpreendente Honda 600:
A partida da corrida dos Consagrados no Domingo, 2 de Agosto:
E o passeio de Peixinho no T33.
Alfas T33 como este, correram em Le Mans em 1968 e em 1969.
Afinal, este assunto nem está assim tão distante da febre destes dias!
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Das Festas do Mar de 1973 Moçâmedes - Namibe
Corrida mais do que conhecida esta e da qual não faltam referências, porque felizmente sobreviveu informação bastante e tudo se sabe mais ou menos.
Pouco há a contar desta prova. O automobilismo angolano estava no topo da sua popularidade nas pequenas cidades e Moçâmedes (Namibe) tinha uma importante e ambiciosa corrida. Nesta, participou uma significativa comitiva portuguesa mais as suas máquinas.
Venceu Nené Neves em Lotus Europa 62 que foi vendido de imediato a Waldemar Teixeira. Américo Nunes ficou em 2º com o Porsche Carrera 6 typ 906 que também vendeu de imediato a Herculano Areias. Emílio Marta ficou em 3º com o seu Ford GT40.
E vamos vê-los a mexer no filme de 8 mm de Manuel Joaquim Sá:
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de Novo Redondo (Sumbe) 1970
Corrida-espectáculo sem grande história, esta do 6º Circuito Automóvel de Novo Redondo (Sumbe).
Antes da prova, houve 1' de silêncio por Corte Real Pereira falecido na Huíla poucas semanas antes.
Nicha em 2002 Schnitzer domina, mas Peixinho em T33 fica à frente na 2º volta. Pouco depois, ambos desistem por avarias mecânicas ao mesmo tempo.
Bandeira Vieira fica na frente em 2002 Schnitzer.
Desistem as 3 GTAs (Fraga, Peras, Resende) e o Lotus 47 de Areias.
Nicha fica com o carro reparado e retoma a prova apenas para colocar o público em delírio com um memorável espectáculo de condução desportiva.
Marta com o GT40 fica em 2º e Carlos Conde em 3º com o Lotus 23
Antes da prova, houve 1' de silêncio por Corte Real Pereira falecido na Huíla poucas semanas antes.
Nicha em 2002 Schnitzer domina, mas Peixinho em T33 fica à frente na 2º volta. Pouco depois, ambos desistem por avarias mecânicas ao mesmo tempo.
Bandeira Vieira fica na frente em 2002 Schnitzer.
Desistem as 3 GTAs (Fraga, Peras, Resende) e o Lotus 47 de Areias.
Nicha fica com o carro reparado e retoma a prova apenas para colocar o público em delírio com um memorável espectáculo de condução desportiva.
Marta com o GT40 fica em 2º e Carlos Conde em 3º com o Lotus 23
E um pequeno testemunho em filme de 8 mm de Manuel Joaquim Sá:
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de Malange 1970

Ao lado, na estranha grelha de partida segundo os tempos, nota-se a estreia do Alfa T33 que terá uma vitória fácil e o último treino de Ferreira Pires no Ford GT40. Nota-se ainda a ausência de vários pilotos de Benguela, que não correram por atraso nas inscrições. São os casos de Emílio Marta e de Herculano Areias com os seus Lotus Europa 47.
Ferreira Pires não correu. Emílio Marta convenceu-o a vender o bólide, e leva-o para as 6h de Nova Lisboa, uma semana depois.
Nesta prova, Nicha Cabral fez o que pôde com o BMW 2002 Schnitzer e terminou em 2º. Seguiram-se as GTA's 2.o com António Resende e Altino Fraga.
Abaixo, o filme de 8 mm de Manuel Joaquim Sá:
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domingo, 25 de abril de 2010
das 6 horas de 1970
De Manuel Joaquim Sá, chegou-me um pequeno filme que completo com algumas imagens e informação:
A prova mais importante do calendário do automobilismo angolano a partir de 1969, foram as 6 horas de Nova Lisboa / Huambo organizadas pelo Sporting Clube do Huambo. Nesta corrida de 1970, houve a intervenção indirecta das marcas BMW e Alfa Romeo respectivamente com Schnitzer e Batistini. A Alfa Romeo dominou completamente a prova com 5 carros nos 5 1os lugares e a BMW, apesar de ter lutado pelos lugares do pódio, acabou apenas com um suado 8º lugar por Nicha Cabral e Carlos Santos, evitando terminar sem qualquer classificação.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Huambo 1974 e 1973
Neste fim de semana, 35 anos depois das últimas "6 horas", o Huambo volta a ter corridas.
Eis uma amostra da edição de 1973:
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
EMÍLIO MARTA
Na minha memória era tipicamente Latino.
Aos domingos passeava de charrete na cidade exibindo a sua paixão por cavalos.
Alto para a época, agitado, disposto a ir até às últimas consequências para atingir um objectivo previamente determinado. A garra própria dos homens que fizeram Angola.
Jovem e dinâmico esteve na linha da frente dos que lutaram pela fundação do TUKUTUKU - CLUBE ANGOLANO DE DESPORTOS MOTORIZADOS - BENGUELA.
No meio de muitas makas vê nascer o Autódromo de Benguela, para o qual muito contribuiu.
Presidente do Clube por volta de 1973, foi com a sua energia um dos maiores nomes desta modalidade na região Centro e Sul de Angola no seu tempo. Como dirigente desportivo e como piloto.
O seu incrível GT 40 era ex-líbris de Benguela. Lembro-me de os mecânicos o virem experimentar à recta da Praia Morena, sem capot traseiro, em pleno dia de praia. Naquela época parecia normal. Hoje
olharíamos de forma diferente. Em sentido.
Na garagem do seu Hotel Praia Morena funcionava a oficina dos autocarros do Marta e ali se concentravam os Chevron e os Lola dos pilotos estrangeiros que concorriam aos 500 KMS DE BENGUELA. Miúdo, eu corria à estação para ver retirar os carros dos wagons e depois, oficina do Marta...
Respeito o homem que conduziu um GT 40 pelas ruas de Novo Redondo ou Namibe. Aquele carro era mais motor que estrutura e a caixa ao que parece era um pesadelo. Bom para a recta de Le Mans mas pouco adequado a circuitos citadinos. Herculano Areias disse-me que ao descer a granja sentiu a frente a querer levantar e a direcção demasiado leve. Um pequeno susto.
Pela sua dedicação, energia, trabalho, dinheiro, etc, pelo automobilismo angolano, é Emílio Marta uma referência nesta terra angolana.
É com o maior respeito e admiração que hoje o seu nome é invocado. Da mesma forma seria recebido se cá viesse, o que já não é possível.
Respeite-se a memória.
Toni Almeida
Benguela, 10-09-2008 17:32
terça-feira, 10 de julho de 2007
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