quarta-feira, 27 de julho de 2011

Henrique Bandeira Vieira


Henrique Bandeira Vieira faz parte dos pilotos e das pessoas que admiro pela qualidade naquilo que produzem.
Como piloto, Henrique Bandeira Vieira guiou quase tudo o que havia no seu tempo, sobretudo Turismos, mas também outras coisas, como um Lotus Super Seven muito especial.

Imagem de Hélder de Sousa, com os 2 primeiros classificados na corrida inaugural do Autódromo de Luanda, em Maio de 1972, o próprio Hélder e Henrique Bandeira Vieira.

Imagem de João Coimbra com Henrique Bandeira Vieira a receber talvez a sua última medalha numa corrida. Foi em karts, no Kartódromo Internacional da Região Oeste (KIRO) , em Maio de 2008, no aniversário do Autódromo de Luanda.

Imagem de grupo do aniversário do Autódromo de Luanda, no KIRO. Foto de João Coimbra.

Por todo o lado, multiplicam-se as mensagens de reconhecimento a Bandeira Vieira, como este exemplo do Jornal de Negócios:

"... Nascido em Angola, o gestor, de 75 anos, teve uma vida profissional quase por inteiro dedicado ao sector dos petróleos e à empresa PetroFina, onde entrou em 1977 e de onde saiu 22 anos mais tarde, precisamente para liderar a Galp.

Formado em Engenharia de Minas pelo Instituto Superior Técnico, em 1958 e tirou um Master of Science em Engenharia dos Petróleos, pela Universidade de Stanford, em 1960. Em 1980 um MBA, pela Universidade de Boston. ..."

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Autódromo no Huambo?

Em finais dos anos 60, o Huambo ambicionava um autódromo. Seria uma obra polivalente, com capacidade para grandes corridas mas, acima de tudo, estruturada para as necessidades da região, com uma vertente importante como escola de pilotagem, tendo uma pista para karting.
O tempo passou e depois das guerras a ideia voltou.
À esquerda, a imagem do projecto, pela Associação dos Desportos Motorizados do Huambo, HDM.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

1990, correr ao lado da guerra


Há mais de 2 anos, fiz este post com uma reportagem do "Volante" ao Rali Imavest, nos arredores de Luanda, em plena guerra civil não muito longe dali...

Desse mesmo ano e com quase todos esses mesmos carros, pilotos e co-pilotos, eis agora uma reportagem da RTP ao Rali Angola (limitado a Luanda) organizado pelo club "Os Persistentes".
É interessante vermos um Mazda 232 4WD ex Mevius que para lá foi nesse ano, um Toyota ... 1000 dos anos 60(!!!), vários Escort de várias gerações, incluindo um Gr4 ex-Bica, entre "jipes", "buggies", Grupos 4 de vária ordem e carros de todos os dias.

Uma ressalva para a fabulosa música tradicional em som de fundo da reportagem a esta prova "com cor", como assim a classifica um concorrente. Foi há 21 anos:


quinta-feira, 23 de junho de 2011

6 horas de Nova Lisboa 1969



Uma prova que chegou a estar inscrita no calendário anual como tendo 12 horas. Esta 2ª edição das "6 Horas", não era ainda internacional (só seria a partir de 1971) mas já contava com a participação de bons pilotos de "Portugal continental".

No 1º minuto do clip abaixo, temos uma amostra destas 6 horas. Vemos os vencedores José Lampreia - Albio Pinto no 2002 Schnitzer AAB-08-11, que 3 anos mais tarde iria para as mãos de A J Oliveira.
A dar luta, vemos o Lotus Europa 47 de Marta, pilotado por Herculano Areias, que irá desistir.
O 911 é da equipa Fernando Pinhão - Altino Fraga, que ficará em 2º, a 13 voltas do 1º.
O Opel GT (4º classificado) é da equipa Silveira Machado - António Lacerda.
Vêem-se muito mal mais uma série de carros mais ou menos comuns nas corridas da época, mas queria destacar mais alguns nomes célebres de participantes desta corrida, como: Francisco Barbosa, Henrique Cardão, Pinto Leite, Cardoso Albernaz, Gil Morgado, Amadeu Inácio, Eurico Lopes de Almeida, Fernando Coelho, de entre outros de uma lista que desconheço na totalidade.


Aos olhos de hoje, vivia-se uma natural mas estranha época de corridas de alto risco e esta não foi excepção.
Freddy Vaz, do Lobito, que se inscreveu com um Cortina sem treinar, participou com a aprovação de todos os restantes concorrentes, mas terminou a sua corrida despistando-se fatalmente contra uma árvore...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ainda Le Mans


Enquanto se especula sobre os motivos que levaram a "máquina" de competição Peugeot a agir como agiu com Lamy, que ao cabo de um passeio de 20 minutos no carro Nº 9, teve o seu mais amargo pódio em Le Mans; Depois de se julgar ser este o derradeiro ano da marca a nível oficial com este modelo com uma designação que é da Porsche, porque mais de 12 anos de vitórias com o 908 não justificam patentes e porque "900" qualquer criança sabe que é Porsche e ponto final, fui visitar as novas de um álbum que divulguei em privado há poucos meses.
E assim, zantafio56 já tem novidades, a começar por Le Mans 2011 e o famigerado 2º lugar de Lamy:



Mas recuemos no tempo pela objectiva de "zantafio56". Coloquei links para ampliar algumas imagens, bastando para tal clicar sobre as existentes, que abrirão as imagens maiores.

1971, a mais bela máquina do mundo:



1970, Hélder de Sousa cronometrista



no Team VDS, na box do Lola nº4, de camisa amarela-laranja e boné



1969, luta pela vitória:



1966, nostalgia:



Todas estas imagens não são cópias e respeitam o alojamento de origem. Os links são exactamente os do álbum.

Toutes ces images ne sont pas des copies et respectent le logement d'origine. Les liens sont exactement les mêmes que de l'album.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Repetições nas 24 horas


A história quase se repete, ao ficar um 908 a poucos segundos do 1º, como aconteceu em 1969.
Só que nesse ano, a história era outra e não haviam "grupos". O vencedor deste ano, até é do grupo liderado por Ferdinand Piëch, neto de ... Porsche... E quase que teríamos um Porsche à frente de um ... 908... Há patentes que não fazem sentido, quando existe um mito com o mesmo nome, que desde 1968 venceu tudo durante mais de 12 anos...
A história quase se repetia também, mas felizmente sem consequências físicas para ninguém.
1º, aquando duma dobragem suicida, numa curva cheia de tráfego.
É certo que quem é dobrado, deve deixar passar quem dobra. Mas isto não é a F1. Embora os carros mais "lentos" sejam mesmo muito rápidos, os da frente são muitíssimo mais. Mas têm de contar com os outros! Em Le Mans é assim e sempre foi assim!
Observando a imagem abaixo, tenho alguma dificuldade em perceber como o Audi de McNish não caiu sobre o público...


Depois, já de noite, foi a vez de Mike Rockenfeller. Também contra um Ferrari. E aqui o arrepio é maior quando vemos o filme onboard. Lembramo-nos logo do que sucedeu a Bonnier, quando dobrava um (isso mesmo) GT de marca Ferrari.

Está tudo no EuroSport

quinta-feira, 9 de junho de 2011

De Benguela com amor.



Um pouco tardio este post, talvez na expectativa de mais informação. No entanto, ela existe dispersa por todo o lado, nem sempre exacta.

E assim, limito-me a fazer um flash da 2ª edição do pós guerra do Circuito da Praia Morena, que muito bem funcionou em termos de segurança, muito ajudado pelo inevitável "coeficiente de cagaço" que sempre se impõe ao correr entre árvores e postes...

O TukuTuku, club organizador, mais uma vez relembrou o seu fundador com a sua imagem num dos seus carros em prova. No caso, à partida da corrida de Novo Redondo (Sumbe) de 1967, que venceu.

Fiório de Sousa, no BRC prata e verde, não deu hipóteses e venceu as duas mangas. E repare-se que não faltaram outros bons pilotos!
Existem on-line vários clips de vídeo sobre este evento. Muitos mais do que os relativos ao ano passado. Vale a pena dar uma espreitadela e dar uma volta a uma corrida de antigamente, feita ... "ontem".

Obrigado a Toni Almeida e a Hélder de Sousa pelas fotos :)



terça-feira, 3 de maio de 2011

Benguela, pós guerra, ano 2


Ainda sem o autódromo operacional, no circuito da Praia Morena no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Boa sorte Tuku Tuku, boa sorte a todos.


sexta-feira, 25 de março de 2011

Há 25 anos


O Lancia 037 de Attilio Bettega na Volta à Córsega de 1985 , o Ford RS 200 de Joaquim Santos no Rali de Portugal de 1986, o Lancia Delta S4 de Henri Toivonen na Volta à Córsega de 1986, o FORD RS 200 de Marc Surer no Rali de Hessen na Alemanha. Foram estas as máquinas protagonistas de uma série de acidentes terríveis e fatais em apenas pouco mais de um ano. Máquinas impressionantes, mas impossíveis de controlar perante o mais pequeno percalço, fosse por falha de trajectória, ou por obstáculo inesperado. No YouTube, existem testemunhos de todas estas fatalidades. À excepção do caso Português, os tripulantes foram vítimas fatais desses acidentes. Surer salvou-se, mas não o seu co-piloto.
Em Portugal foi diferente por uma multidão de gente que nem no Targa Florio se vira. O despiste do RS 200 de Santos teve consequências dramáticas e fatais para muitas pessoas. Este, foi o acidente que determinou o fim dos Grupo B. Foi há 25 anos:




sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Até sempre, Mira Godinho!


Depois de voltar à sua terra amada, o Huambo, Fernando Mira Godinho veio a Portugal onde esteve hospitalizado já em 2011. Veio a falecer ainda neste mês de Janeiro, no dia 23.

Poderia fechar um ciclo na história da organização das corridas no Huambo. Mas ele não precisava. A sua terra, sim. Ainda precisava dele.

clicar na imagem para ampliar

18 de Maio de 2008 no Bombarral. António Peixinho (blusão vermelho) homenageia os organizadores "das melhores corridas de todos os tempos em Angola". Mira Godinho está no pódio, à direita de Armando Lacerda.


Mira Godinho pelo seu Amigo Armando Lacerda, numa homenagem exposta no
MotorClássico em 22-07-2009:


Pequena "estória" de alguém a quem as "6 Horas de Nova Lisboa" muito ficaram a dever.

Hoje, vou falar de uma pessoa que, para muitos talvez desconhecida, é alguém a quem as “6 Horas de Nova Lisboa” muito ficaram a dever: Fernando Mira Godinho.

Conheci o Mira numa reunião de emergência em que se discutia o futuro das “6 Horas” e a sua possível condenação à morte.

A primeira edição da prova dera um prejuízo de vinte contos e o presidente do Sporting do Huambo, adepto apenas do futebol e que só via cifrões, não dava autorização para a sua continuação.
Estava-se naquela discussão quando o Mira, usando da palavra, garantiu que arranjaria aquela importância em publicidade e que, se o não conseguisse, punha o que faltava do seu bolso.

A princípio, por aquela conversa, pensei que seria algum angariador de publicidade e mal pensava eu, naquela altura, que se iria tornar no meu melhor colaborador e no meu maior amigo.

A partir dali, foi-se cimentando uma amizade muito grande e passámos a ser companheiros em todos os bons e maus momentos.

O Mira arranjou a publicidade num valor que excedeu a importância em causa, a segunda edição da prova realizou-se e, passado algum tempo, assumiu a presidência da direcção do Sporting.

Onde tínhamos tido um opositor à realização da prova passámos a ter alguém com quem podíamos contar em todas as circunstâncias.

Após a terceira edição, o Mira percebeu da necessidade de imprimir um maior dinamismo e mais organização para permitir o seu progresso e pediu-me para assumir a direcção da prova dado que o Franchi Henriques se encontrava saturado.

A nossa amizade foi sempre aumentando, embora entremeada de discussões terríveis todas elas relacionadas com a organização da prova, embora fora delas continuássemos inseparáveis amigos.

É que o Mira tinha de ser mediador e o grande apaziguador entre uma direcção do Sporting que só se interessava com o lucro que a prova poderia dar, pretendendo ganhar o máximo gastando o mínimo, e a direcção da corrida que pretendia o céu e a terra e, para isso, exigia que as receitas conseguidas com as provas fossem empregues em proveito das mesmas.

Como uma bola de ping-pong, o Mira enfrentava e tentava convencer a direcção a investir o mais possível e aguentava com as minhas fúrias que queria sempre mais e mais.

As discussões eram de tal forma violentas que chegámos a fazer um pacto de que, no dia a seguir às “6 Horas”, esqueceríamos tudo que pudéssemos ter dito um ao outro.
E foi sempre assim até à minha saída da direcção da corrida que abalou, temporariamente, as nossas relações, pois zangámo-nos e deixámo-nos de falar, mas a nossa amizade, embora o não parecesse, nunca deixou de existir.

Com a minha saída, o Mira reconhecendo que não tinha capacidade técnica para assumir a direcção da prova, teve a humildade de se dirigir ao ATCA e pedir à Comissão Desportiva que tomasse a direcção da mesma.

Foi ele o verdadeiro obreiro das “6 Horas” terem atingido a projecção que alcançaram, salvando-as primeiro da sua morte prematura, promovendo, em determinada altura, alterações para que atingissem maior dinamismo e projecção, batalhando depois, junto dos restantes membros da direcção, para obter as condições financeiras que permitissem que as minhas ideias se pudessem concretizar e tomando medidas, após a minha saída, para que a prova pudesse continuar.

Durante alguns anos, mantivemo-nos zangados e nem sequer me despedi dele quando regressei a Portugal.

Mas, apesar disso, a nossa amizade nunca diminuiu e, um dia, o Mira apareceu-me em Évora e deu-se a nossa reconciliação.

Abraçámo-nos como se nos tivéssemos visto na véspera e continuámos amigos até aos dias de hoje.

Na semana passada recebi um telefonema seu. Estava radiante!A convite do sobrinho, tinha voltado à sua querida Angola que ele tanto ama e ali tinha passado dois meses, em Luanda e no Huambo.

Dera entrevistas à Rádio Nacional de Angola e à Rádio Huambo sobre os seus tempos de futebolista e basquetebolista, mas sobretudo sobre as “6 Horas”.
No Huambo, as pessoas com quem falara referiam-se com entusiasmo às “6 Horas”, chegando alguém a dizer-lhe que já não o deixavam sair de lá sem voltar a fazer, de novo, aquela prova.

E o Mira justificava-se dizendo que as “6 Horas” não se faziam em meia dúzia de dias e que, antigamente, levavam um ano a ser organizadas, que não tinha ali a equipa que fizera a prova, que o asfalto existente não se prestava à sua realização, em conclusão que era um sonho ainda difícil de concretizar.

Fico feliz pela alegria que o Mira sentiu por esses dois meses na sua querida terra e por todo o entusiasmo que o rodeou.

Feliz e impressionado!

Impressionado como, passados trinta e tal anos, as “6 Horas” continuam bem vivas e se falam delas com entusiasmo.

Impressionado quando encontro pessoas, que eram crianças na altura, cheias de recordações e falando com entusiasmo das corridas daqueles tempos.

Impressionado quando, após tantos anos difíceis e de sacrifício porque Angola passou, o amor pelos automóveis não morreu, continua bem vivo e, a pouco e pouco, por todo o país vão surgindo corridas com o mesmo entusiasmo de outrora.

Impressionado quando tomo conhecimento que o Governador do Huambo, em reunião com a pessoa que está tentando reorganizar este desporto naquela cidade, lhe pede que ponha de pé as “6 Horas” no mais curto espaço de tempo. E. ao impressionar-me desta forma, o meu pensamento vai para todos aqueles que disputando as corridas nas pistas, na organização das provas com mais ou menos defeitos, nos bastidores dando-lhe todo o apoio necessários ou nos jornais e na rádio promovendo a sua divulgação, tornaram possível que este entusiasmo se mantenha vivo ao fim de tantos anos.

Aqueles homens com quem tive a honra de conviver e de granjear amizades, sem sequer darem por isso, estavam a fazer história.

Eles fizeram de facto história… história que se mantém bem viva nos dias de hoje.

E entre esses homens está o Fernando Mira Godinho.


Passado algum tempo de ter escrito este “post” escrevi o seguinte:

UM DOS PILARES DAS "6 HORAS INTERNACIONAIS DE NOVA LISBOA" REGRESSA AO HUAMBO
Há tempos, escrevi um "post" em que, a propósito de um telefonema que havia recebido do meu Amigo Fernando Mira Godinho, relatei as férias que ele passara em Angola e contava como ele tinha sido um verdadeiro pilar na construção das "6 Horas Internacionais de Nova Lisboa".

Há dias, recebi outro telefonema dele a despedir-se pois resolvera regressar definitivamente à sua Angola e ao seu Huambo.

Quando ali tivera de férias, aproveitara para tirar o seu bilhete de identidade de cidadão angolano e, assim, ao fim de trinta e dois anos de exílio, o Fernando regressa à sua terra de origem que tanto ama.

Senti-me feliz por ele mas, ao mesmo tempo, apoderou-se de mim uma enorme tristeza pois a distância ia afastar-nos, possivelmente, em definitivo.

Mas como, tal como dizia Fernando Pessoa, "tenho em mim todos os sonhos do mundo" despedi-me dizendo-lhe que, em breve, o iria visitar.

E o Mira feliz e sempre prestável respondeu-me: "e tens cama, mesa e roupa lavada garantida.

Sei que, apesar de ter em mim todos os sonhos do mundo, este será muito difícil de concretizar ... mas vale sempre a pena sonhar.

A última vez que estive com o Mira Godinho foi em Maio, quando o fui buscar para irmos ao encontro dos automobilistas angolanos que se realizou no Bombarral.

Ali, o António Peixinho fez questão de homenagear-me e ao Mira afirmando que nós tínhamos sido autores das melhores corridas que se realizaram em Angola.

Como foi bom o Peixinho ter tido esta lembrança pois, assim, o Fernando leva uma boa recordação de Portugal e sabe que o seu valor foi reconhecido.

O Fernando Mira Godinho regressou ao seu querido Huambo.Está um pouco depauperado e já não tem os meios e relações que tinha quando, juntos, construímos as "6 Horas". Mas tem, dentro dele, ainda muito entusiasmo e uma vida passada cheia de actividade em prol do desporto.

Que os entusiastas do desporto automóvel, que no Huambo tentam dar nova vida a esta modalidade, saibam aproveitar tudo que o Mira Godinho ainda lhes pode dar.
Será bom para o desporto automóvel e também para o Mira Godinho que bem merece.


Quando escrevi este “post” disse que o sonho era difícil de concretizar mas, em Maio passado, ele teve prestes a ser uma realidade quando na realização de corridas no Huambo, ao fim de trinta e cinco anos, houve uma movimentação em Angola para que eu tivesse presente.

E quando tudo fazia prever que o sonho se tornaria realidade a não chegada de um visto impediu que tivesse tido essa grande alegria.

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